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Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

Giló - O Papagaio Indiscreto

Requiem pela Alma de Um Cheque, ou...Querido Deus, Aumentai-me o Salário... o Mínimo!

  

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   Os ordenados em Portugal são de marca branca, como nas gasolineiras ou, então, se quiserem chamar, também podem ser low cost. Pelo menos foi o que ouvi dizer a alguém na rua, quando estava na varanda a apanhar sol. Francamente, na minha humilde condição de Papagaio, não posso perceber muito de rendimentos; a minha sorte mesmo  é que o meu patrão ainda vai arranjando que chegue para as sementes de girassol, pelo que eu ainda não passo fome, ainda! As sementes são o centro das  minhas necessidades...

   Ouvi dizer a uma velhota que esteve cá em casa, no outro dia, - pela conversa já era reformada, julgo - que o problema da maior parte dos cheques salariais que são passados no nosso país é que parece que, em vez de virem dos  bancos ou dos CTT, vêm dos hospitais - devem ter apanhado algum vírus ou bactéria, daqueles vírus e bactérias que se apanham nos corredores hospitalares e fazem mirrar, enquanto estamos deitados nas macas! A malta mais velha é que se lixa! Primeiro, porque está mais exposta a esses "vírus", farta-se de receber cheques mirrados; depois, porque como são velhos, já não se conseguem defender convenientemente destas "doenças". Na minha cabeça, isto é errado, mas bate tudo certo, infamemente, uma vez que é nos hospitais que vemos o hábito de se colocar tudo a funcionar a serviços mínimos; bate certo, bate!... eu acho que a velha pensou que a saúde e os salários devem estar a ser processados exatamente no mesmo lugar.

   De qualquer forma, minha senhora pensionista, parabéns pela argutíssima análise: desconfio que os salários magros sejam mesmo uma verdadeira epidemia - uma questão de saúde pública e financeira. 

     Depois, admiram-se que metade dos portugueses não paguem as contas por falta de "verba"! Eu não me admiro nada! A carteira anda sempre de má saúde!  Admirava-me era se tivessem "verba" a mais para pagar contas que estivessem a menos!

Chorosamente!

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Tesla: Viana ou Guarda? Eis a Questão!

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   O que se adivinha é que isto ainda vai virar uma espécie de "Novo Aeroporto de Lisboa": na Ota ou em Alcochete? Com tanto "bate bola", o aeroporto não foi para lado nenhum. O TGV seguiu-lhe o mesmo rumo, embora por razões diferentes. Caso para dizer que a montanha pariu um rato - a única coisa que mudou naquilo foi o nome do terminal, que passou de (após alguns anos!) Portela para Humberto Delgado. O aeroporto continua no mesmo sítio e a ser exatamente o mesmo, nada mais!

    O boxe já começou. Todos querem a Tesla! Guarda diz que tem a maior jazida de Lítio da Península Ibérica... Viana diz o quê? Quem tem os melhores acessos! - o porto de mar e o aeroporto de...VIGO!!! Não deixa de ser curioso, mas Vigo fica em Espanha, que é para onde o nosso governo não quer que vá o projeto de Elon Musk! Aqui, já ficamos confusos e ainda a procissão vai no adro! Ao analisar  a gama de argumentos da Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Tesla continua a dever ir para Espanha, ainda que seja só em parte. Nem queremos pensar se outros municípios se meterem na discussão!

   Analisemos: Aveiro, a meter-se ao barulho, diria logo que tem os melhores ovos moles e as melhores caldeiradas de enguias, o que serviria de motivação aos trabalhadores, às horas de almoço. Coimbra que tem a melhor formação académica, e que engenheiros não faltam. A câmara da Nazaré que tem as melhores ondas e os melhores turistas, que também são fonte de energia renovável, coisa que a Tesla poderia aproveitar. Lagoa e Portimão que têm as melhores miúdas em biquini, o que dá muito jeito para as célebres fotografias com bólides potentes. As Lajes do Pico que têm a maior reta do país (9 km), essencial para os testes em estrada. Pensando bem, o Pico  poderia ter-se candidatado ao "Novo Aeroporto de Lisboa", uma vez que tem a maior "pista de aviação" - nove quilómetros não é algo que se despreze!

   Enfim, argumentos!; e já não falta uma bacia deles, numa discussão em tom tipicamente tuga, ou seja, em modo de "surdo-mudo" e ao estilo de "a minha é maior que a tua e atira mais longe, pá!". Soa tudo a uma carroça posta muito à frente dos bois!

   Francamente: - a Tesla ainda nem disse nada de concreto sobre ficar em Portugal ou não!!! Bastou alguém "bufar", apenas, um projeto de cenário e... CABUM!!!! está montada a barraca! Esperam-se as cenas dos próximos capítulos. Quanto a mim, a opinião da Tesla até pode vir a recaír no Bangladesh ou no Azerbeijão, ainda estamos nessa fase embrionária de coisas.

   Por razões óbvias, o único país que nos parece estar mais mal colocado que Portugal na corrida à fábrica da construtota automóvel é a Síria! Ainda assim, pela maneira atabalhoada e precipitada com que já nos estamos a afiambrar, não me admira que até a Síria apresente melhores condições finais de instalação da infraestrutura do que nós. Mesmo com tanto míssil e tanta bomba, não se atinge o mesmo nível de ruído!

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Papagaio

 

Às Compras na loja do Chinês...

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    Alguém me satirizava, já mais tarde, por SMS: ( em jeito de quem te avisa, teu amigo é!) "Tu, na loja do chinês? Não compres no chinoca, que o artigo não vale o preço!"

   Curioso!, não nos encontrámos, os dois, no CHINÊS? Era só eu - Papagaio - que lá estava ou também te vi lá dentro? AHHH!!...devia ser o TEU fantasma, por certo! Agora que reparo, não era o TEU fantasma, estivémos mesmo os dois à conversa no meio dos corredores da bujiganga, ou terá sido delírio da minha imaginação?

   Na verdade, quando entrei, o meu "interlocutor" já lá se encontrava. Por isso, umas horas depois, aquando do SMS engraçadinho, fiz questão de anotar o reparo. "Olha que...!"

    Resposta: " Mas tu estavas a ver a secção dos sapatos, aquilo não vale o dinheiro que se gasta! Eu andava na secção dos chinelos, meias, cuecas, pijamas e afins interiores!

    E o BURRO sou eu?!? Sapatos...NÃO! DESCOLA-SE TUDO! Cuecas, meias, CHINELOS e pijamas É UMA MARAVILHA!

   Eu vou dizer o que acho desta gaita toda: os sapatos não valem a ponta daquilo que o rinoceronte tem mesmo à frente dos olhos, por isso não comprei NADA! A mim, não se vão, portanto, descolar nem ficar com buracos, porque me vim embora.

   Já a ti, querido/a "interlocutor/a", adivinho que a tinta da cor das cuecas te vai ficar colada ao rabo, os chinelos vão-se desfazer que nem papel, o pijama vai-se descoser ao segundo dia, e o sutiã deixar-te um cheiro à quimigal nas mamocas e um selo nas costas a dizer  ZEN FEN - XXL, depois de ir à máquina de lavar!

  Queres um conselho? Quem te avisa, teu amigo é: "Não compres no chinoca, que o artigo não vale o preço!"

Sinceramente!Giló Papagaio Indiscreto.png

Papagaio

 

Portugal: Marca Registada?

mw-320.jpg    Enquanto os americanos continuam a servir tiroteios e balas à porta das escolas e centros comerciais, nós, os portugueses, continuamos a servir pastéis de nata e Bolo Rei nas feiras da Europa. É nestas alturas que me sabe bem ser um papagaio português!

   O meu problema é mesmo a jaula... não fosse essa circunstância e já ia a caminho da Suíça ou da França, a VOAR, provar a alheira ou o pão de chouriço quentinho de Idanha!

   Na feira de Estrasburgo, os visitantes fazem fila, à espera dos pastéis com canela, esteja a chover ou a cair neve! Por estes dias, a tradição gastronómica portuguesa faz furor e as iguarias desaparecem aos quilos e às centenas - as natas, talvez aos milhares! Todos ficam satisfeitos: sejam consumidores ou comerciantes. Uns, com a barriga cheia, os outros com o bolso cheio! Digam lá se isto não é divulgar a nossa cultura? Só não sei se levaram a nossa "bica", para saborear lá também!

   De facto, somos uma civilização até algo avançada, pelo menos no que à cultura e à gastronomia diz respeito; que gosta de promover a sua imagem, de modo a que fique registada na memória - e no estômago - dos de fora.

   Só há uma questão: as natas não deviam ser só vendidas nas feiras patuscas da Europa e arredores. Os comerciantes que vendem estes produtos portugueses também os deviam promover em países como os Estados Unidos! Não!! Não é isso! Eu sei que já vendem em Manhattan , Washington, Boston... mas isso é nas lojas chiques da cidade! Também fazem sucesso, é verdade! E vender uma nata a dez dólares é bem visto, sim senhor!

   Mas o que eu digo, não é esse tipo de vendas. Isso já está condenado ao sucesso, é mais do mesmo! Novo, novo, seria explorar outros "mercados" - por exemplo, aqueles onde geralmente já se vende farinha mexicana; era aproveitar um nicho novíssimo, reinventando o comércio local através de um produto já acabado, mais complexo, como a nata. Promover o pastel tipicamente português à porta das escolas secundárias, dos cinemas e dos centros comerciais de Austin, Burlington ou na Bourbon Street, de Nova Orleães, essa era de estalo! Eu acho que os adolescentes - e não só!!! - iam apreciar este novo produto (e que também tem farinha - não se ficava a perder!).

   Reparem bem: distribuíam lá os nossos pastéis de nata; mostravam a nossa cultura aos gangues dos bairros e talvez os convencessem a trocar um pouco da "cultura" deles pela nossa. Se acordassem mais mal dispostos, ou com assuntos a resolver, LÁ VAI UMA NATA PARA ADOÇAR O DIA! Em vez de desatarem a disparar com armas de verdade, lá nas guerras deles, substituiam as balas e os carregadores pela padaria fina, atirando com pastéis de nata e canela uns aos outros! Como na tomatina da Plaza del Pueblo! Parecia uma festa popular! Uns arcos e uns balões de São João também não ficavam mal!

   Para além de todas estas vantagens, era menos doloroso e não morria ninguém - a menos que alguém usasse pastéis fora da data, já mais duros!

Saudações registadas.

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A Geringonça do António...

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   O rapaz vive assediado por curiosos e detratores, que constantemente lhe têm feito  perseguições, indagações e críticas: nomeadamente se haverá mesmo fundo de verdade nos rumores sobre a intenção de invenção  de uma máquina que, aventa-se, há-de o Tó engendrar para resolver os problemas das pessoas e orientar o condado.

    Para deixar de ser importunado, junto com os seus companheiros de corrida, elaborou um plano, quanto a mim, que tem tanto de simples como de genial: colocou tudo em pratos limpos, aqui há tempos, anunciando em público que era, desde o início, o pai da "COISA" e que a geringonça era mesmo para ser inventada e para funcionar!! Por isso mesmo, caríssimos, essa perseguição de que vos falei só pode ter origem na má fé dos homens. ELE JÁ ADMITIU, MINHA GENTE! DEIXEM O HOMEM E OS AMIGOS DELE EM PAZ!!!

   Ultimamente, até diz que o seu cangalho está a começar a dar resultados! Dar-se-á o caso de ter levantado voo com a velocidade que a máquina alcança, ou é só o que não tem mesmo os pés bem assentes na terra? Fica... a dúvida... eu já falo sobre isso!...

    Diga-se o que se disser, o magano assumiu-se, isso sim!! Tiro-lhe o chapéu! Foi em modos de: "mata-se o bicho, acaba-se a pessanha!" Aí, nesse particular, tem resultado que nem ginjas! Percebeu que, onde não há mistério, não há segredo, onde não há segredo, não há assunto, como não há assunto, acaba-se  o cochicho! Bem, para ser mais honesto,  - acho que já me estou a entusiasmar - acabar, acabar, o cochicho nunca acaba, mas deixam de lhe chatear tanto a cabeça. Já não é mau, não senhor! Continuam, ainda, como disse, a saltar e a explodir no ar uns foguetes sarcásticos e umas maledicências extemporâneas, a ver se queima a carripana. Pirotecnia produzida por certos "mestres do embuste"... lá está...acabar, acabar, nunca acaba, com efeito! Pobre Tó...

   Agora, a tal outra questão, cá só para nós... que ninguém nos ouve ( não quero lançar pirotecnia, que eu não sou desses!): será que funciona, mesmo, mesmo? Aquilo anda, ou levanta voo? Mexe-se do sítio? Lá está! Há quem continue com as suas dúvidas! Há quem diga que sim, há quem diga que não! Também há quem diga que não interessa realmente se funciona! O que interessa é parecer e aparecer, isso sim...

   Eu tenho é uma certeza  - um passarinho disse-me que não foi o António que montou, de facto, aquilo!  Foram os "amigos", os da outra "oficina" - ninguém me tira essa da cabeça! Este é irmão deste... ninguém "mingana"!

   A nossa História prova-o bastamente. Já da outra vez, o da passarola  - o Bartolomeu! -  que aquilo era dele, punha a "COISA" a voar, provava a toda a gente por A mais B... e vai-se a ver, LÉRIAS!!!! o sobrinho é que andava a escrevinhar nos papiros! Pois... e vai o tio de ficar com os louros. Ainda hoje o gajo é falado! E a geringonça dele nem sequer chegou a levantar voo, também... Ai Tó, a cena está tão batida!

   O Da Vinci idem aspas - as mesmas manias daqueles dois; cá pra mim, tudo farinha do mesmo saco! Dizia que fazia tudo e era tudo: cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poetamúsico, caramba! Sonhava com pássaros, helicópteros, tudo o que tivesse asas, mas nunca chegou a levantar os pés do chão, também! Tanta invenção e  acabou a fazer desenhos de gajas!

   Só cá pra nós - atenção, que eu não sou de cochichos! - ( que ninguém nos ouça!), o Leo, o Barto e o Tó... isto está é tudo combinado! Eu não me fiava nesses impostores da publicidade... talento, trabalho, causas comuns...tá!, banha da cobra, isso sim! Por isso é que este país não anda prá frente!

Secretamente

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Cristina Ferreira e o Euromilhões

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    Se a Cristina Ferreira me incomoda? Não! Por que me havia de incomodar? Não tenho nada contra quem ganha o euromilhões. Eu também já tentei, mas não me saiu, por mais que me tenha esforçado!

   Alguém dizia um dia destes, num título muito pimpolho, que adorava a Tina porque era um exemplo de trabalho e obstinação. Não li o resto, só o título pimpolho, porque estava a limpar a jaula. Estava cheia de pevides de uma festa que eu dei cá em "casa" com os amigos!

   Acho que essa pessoa do título pimpolho devia vir cá ver a minha gaiola, conhecer-me, e às minhas sementes de girassol, que eu farto-me de trabalhar - provavelmente mais horas que a Tina; às dez horas da noite, ainda estou a por o meu papagaiozito na cama com a minha papagaia! Fartamo-nos de esfregar.A diferença é que ainda não nos saiu o euromilhões. Senão, comprava uma revista! 

   Obstinação também não me falta. Num outro dia, tinha uma televisão velha avariada cá em casa. Só parei de obstinar quando a televisão ficou arranjada. E não percebo nada de televisões, reparem!, funcionou contra todas as previsões, até as minhas, e não morri esturricado!

   Sou um papagaio de fé e loucura, como a socialité; só que não digo palavrões tão alto como os gritos dela! Curiosamente, liguei o aparelho e estava a dar a TVI, o programa do  cozinheiro Goucha, e a Tina estava lá a mostrar os sapatos e o vestido novo que lhe deram! Nisso, há lá que ver - não gostava nada que me dessem vestidos para vestir! Nem dados, quanto mais a pagarem-me! Sou muito papagaio, eu!

   Não obstante, também me identifico muito com a Tina, porque gostava de ter uma revista só minha, ou escrever, igualmente, um livro. Com o meu bico na capa! Tirava a penugem toda e punha um quadro da Mona Lisa a tapar a natureza divina. Depois, convidava todos os meus amigos papagaios para virem à apresentação.

   Como não posso ter essas coisas todas, porque sou muito pobrezinho ( já disse!) faço textos mindinhos  no low cost do SAPO; poupam-se uma coroas e não há o perigo de ficar com o rabo queimado pela crítica! Moderam-se os comentários das más línguas e esconde-se o coiro atrás do ecrã do portátil. Faz a vez do quadro da Mona Lisa. Não dá é para distribuir autógrafos!

  Apesar de tudo isto, força, Tina!! Estou contigo! Eu também admiro as tuas penas a sairem disparadas pelo ar, sinceramente; adoro-te, sobretudo nos momentos em que não tenho mais nada para fazer! Pena é que eu seja tão ocupado e tenha tão poucos tempos livres! É a vida de quem não ganha o euromilhões!

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Papagaio!

Follow a mãe dos PP's

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Olá, bom dia:

Hoje, escolho a mãe dos PP's:Giló Papagaio Indiscreto.png

Comecei a seguir porque me seguiu também; depois, passou a ser uma espécie de novela familiar contada em pequenos episódios diários. A pesada vida suave que nos atormenta e alegra a existência, mas que nos obriga a viver sempre, sem outro remédio. Família, filhos, amigos, vizinhos, vizinhos dos vizinhos. A vida da Mãe Dos... é parecida com a minha, que também sou Pai Do...

Para além disso faz-me rir à brava - destaco o post " Disse-me o P maior",  ( ainda hoje me estou a rir!).

Para hoje, espero mais um episódio desta novela do norte...cenas dos próximos capítulos...LOL

 AHH! Falta o link!:  ( mais um!)

http://amaedospps.blogs.sapo.pt/

 

Cordialmente

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Chegar Tarde e a Más Horas!

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   Deixar tudo para a última da hora, nesta nossa Lusitânia! A aula, o ginásio, a inscrição, o jantar, a conta do gás ou da eletricidade (o pagamento, bem entendido! e então, quando se trata de pagamentos... coiso...coiso!!!), os impostos, o corte de cabelo (ai que juba!), as compras de natal - aí acho que é de somenos importância, não sou eu que as faço!!

  Depois, temos a mania de que somos especiais - até neste assunto temos de sair airosamente: não é "estar sempre atrasado", é "a arte de procrastinar", como ouvi alguém escrever num outro dia! Que bonito!

   Como a verdade é que muita gente não sabe, sequer, o que é "procrastinar",  fica a pílula muito mais dourada, porque soa e parece que deve ser algo muito cultural! Feio de pronunciar e horrivelmente desagradável ao ouvido, por isso mesmo, qualquer coisa de muito importante!

   Pessoalmente, confesso não me dar muito bem com esta forma de estar. Devo ter nascido no país errado! Ou então é o país certo com a pessoa errada, não ponho qualquer cenário de lado! Já me pus a pensar se haverá, no entanto, no tronco ou num ramo maior da minha árvore genealógica, alguém com uma costela britânica. Do género: algum antepassado meu que tenha vivido em Londres, ou algo parecido, o tempo suficiente para ter visto impregnado em si o saudável ( continuo a achar!) hábito de fazer as coisas com tempo, calmamente, sem correrias, passando essa identidade de vida aos seus vindouros. 

   Chamar-lhe-ei, a esta suposta circunstância tuga, não de defeito, talvez só de " mau feitio". Haverá muito, contudo, quem não se reveja nesta rábula -  e ainda bem! Para estes, sossego-os - não há necessidade de me apostrofarem, uma vez que já avisei que isto é só um blogue... Para mais,  eu reajo mal ao "apostrofanço" - normalmente dá-me vontade de "postar" ainda mais!

Pontualmente

Papagaio

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