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Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

Giló - O Papagaio Indiscreto

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Que Sugestões de Livros me Dás, Ó Fédon?

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    Inauguramos desde já, aqui, no Papagaio Indiscreto, a nossa rubrica literária e cultural da semana semanal. Sim, porque nós também temos de mostrar o nosso lado culto e literário à comunidade blogueira dos blogues. Somos uma ave muito intelectual e, às vezes, até, racional!

    E vamos desde já falar de livros, uma vez que é bonito de falar, faz parte das tendências faladas, está na moda daquilo que se fala e vai sempre bem num blogue do sapo falante, sobretudo naqueles blogues que se prezam, porque outros há que não se prezam. Para além disso, as madames e os cavalheiros blogueiros prezados sugerem-nos tão amiúde as suas propostas literárias miudinhas, que nós não queremos ficar atrás, atrasando-nos.

   Trazemos uma obra de referência, que nos cativou logo à primeira página, ficando nós cativos - que é o mesmo que ficar preso, só que nas histórias de ler! -  pela forma direta e objetiva como aborda muitas temáticas da nossa sociedade. Não é um texto muito reflexivo, mas muito expositivo, o que nos leva, por vezes, a refletir. Não deixa de ser complexo. São mil cento e setenta e uma páginas de complexos... isto na edição complexada que apresentamos, que leva o carimbo das  Edições Fluminense.

   Para nós, é uma espécie de "Livro da Minha Vida", uma vez que lá voltamos, aqui e ali ( normalmente mais ali do que aqui, diga-se!) para reorientar a nossa forma de viver e ver o mundo, sempre que sentimos essa necessidade ou mesmo quando estamos necessitados, até! Mas o que mais se admira aqui, novamente mais aqui!, é a admiração da total ausência de parcialidade e a forma fria e ausente como a realidade nos é servida no serviço, dando azo à objetividade e ao concreto, sem pejos, sem ostracismos, colocando presentes todas as dimensões da existência, às vezes, até daquilo que não existe! Não deixa, de todo, e contudo, de haver algo de lírico nas entrelinhas... como se o autor nos dissesse poeticamente metade da coisa e a outra metade da coisa ficasse como objeto de trabalho sobre o qual o leitor se poderá debruçar, trabalhando sobre a coisa!

    Aconselhamos, portanto, esta enormíssima obra de culto e de referência, cálice enriquecedor para o espírito, para a mente e para o...coiso!

   Boas leituras!

Papagaio

 

 

 

 

 

 

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