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Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

Ai, que eu fui nomeado! Fó...nixxx...!

 

 

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   Toca lá a responder ao desafio: Sushi Broche Ardward  - acho que é assim que se chama, ou lá o que é ou...coisa parecida!!!!

 

1) O que não sabes fazer e gostarias de aprender?

Fazer filhos e pilotar aviões - na primeira coisa já ando a tirar apontamentos a lápis num caderninho de linhas e a aprender devagarzinho; na segunda, continuo a borrar-me de medo das alturas, de modos que vai ter de ficar lá para uma das próximas reencarnações, se as houver.

2) Qual o teu lema de vida?

Lema ou lesma? É que devem ser coisas diferentes e eu lema nem sei bem o que é. Já lesmas, eu adoro, no verão, acompanhadas de um panachê fresquinho!

3) O que estás a fazer para reduzir a tua pegada ecológica?

Estou a fazer dieta. Consumo menos, ando mais a pé, pego menos no carro, como menos, gasto menos, faço menos cocó, gasto menos sacos plásticos, poupo uns tostões no Lidl e as pegadas ficam menos fundas e mais reduzidas, na areia, porque estou a ficar mais leve. Mentira! Eu continuo a fazer cocó como dantes, apesar da dieta!

4) Porque criaste o blog?

Se eu soubesse, eu respondia...mas essas coisas religiosas da nossa existência, do inexplicável, de ser Deus, o Destino e o caraças, são questões que eu não tenho capacidade para me exprimir... simplesmente não atinjo, ... next...!

5) Se fosses ladrão por um dia, o que roubarias?

Eu costumo trabalhar com mais tempo, pela fresca da noite... assim, de repente, se eu tivesse que desempenhar a minha função só no espaço de 24 horas, acho que seria difícil. Nada de pressas, eu vou roubando, sem stress!

Tretas! Provavelmente assaltava o Robin Hood, só para meter nojo aos "politicamente corretos"!

6) Quem te inspira na vida e porquê?

Não sei, algumas pessoas inspiram-me, mas são poucas - são muitas mais aquelas que me dececionam, infelizmente!

7) Qual o teu hobby preferido?

O Blogue do Papagaio, claro! Não, tretas! eu detesto o blogue do Papagaio - o gajo é um "merdjinha".

 A sério, o meu hobby é ter hobbys para me entreterem, senão, passo-me da nervosura! Quando estou demasiado tempo parado a olhar para a parede costumo ficar ansioso e deprimido. É melhor rodar o filme, para poder existir...

8) De que te arrependes?

Já estou arrrependido de algumas respostas que aqui dei. Por isso, dá para perceber que facilmente me arrependo de ter nascido, que foi das primeiras coisas que me aconteceram. De resto, arrependo-me todos os dias com um pouco de tudo. Eu nunca tenho a certeza de estar a fazer as coisas bem... acontece-me amiúde... já nem ligo!

9) Se eu te oferecesse um cheque-viagem de 5000 €, para onde ias?

Tirar um curso de turismo, para poder trabalhar na área...

10) Qual a tua maior qualidade?

Essa pergunta dava uma resposta muito longa, que não ia caber aqui... não vou fazê-lo, porque não quero que me ponham defeitos...

11) Que pergunta gostarias que eu te fizesse, e não fiz?

A pergunta 11, por exemplo...só que já a fizeste, portanto, tecnicamente, já não dá (deu!)!

 

Pap...papagaio.jpg

 

Regras deste desafio:

* Agradecer ao Blogger que te nomeou. 
 
 * Responder às 11 perguntas que te foram dadas. 
 
 * Colocar as regras e incluir o logótipo do prémio no post.  

 

 * Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas. 

 

Vou nomear onze, e mais eu, que nunca fui muito de certas regras... alguns "especiais" para mim - até era giro que eles respondessem, que eu já não os "vejo" há muito tempo...alguns...

 Maria, Oh Por favor!

Ladys

Blog da Osa

 Sónia Quimera

A Mãe do P's

Maria Mocha

Sapa Kalila

Mamã Silvestre

T.

O Último Fecha a Porta

Desconhecida

e havia tantos mais, que eu não posso...

E se eu casasse com alguém da realeza?

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  Isto da plebe se misturar com a realeza continua a não dar jeito nenhum!  A História mostra-nos fartamente que viveu o seu próprio passado, crivada de casos em que o amor e as paixões (ou o desejo meramente carnal) entre classes tinham de se esconder e evadir, perante os  acusatórios olhares indiscretos. Pelo constrangimento da extrema inflexibilidade de estatuto e do preconceito social, nas eras supostamente "mais atrasadas".

    Mas hoje, o plano de fuga, para os amantes, continua a ser obrigatório. A diferença reside no facto de a pena ter recebido contornos ligeirissimamente diferentes: se o filho de um grande proprietário ou senhorio branco se enrolasse de perdições para com uma escrava negra,  isso daria direito ao exílio para um e ao tronco para a outra. Se a princesa da corte se apaixonasse por um homem do povo, ficaria ela encarcerada na torre do palácio ou entregue às irmãs descalças, no convento, para o resto da vida, mal se descobrisse o caso; o plebeu ficaria sem cabeça ou levaria um balázio no meio da testa, sem haver testemunhas do sucedido.

   Este papel, nos nossos dias, é protagonizado pela comunicação e redes sociais, que andam sempre de mão dada e de olho por cima da cerca, prontas a fazer queixinhas, a transformar a vida dos outros num misérrimo inferno, sistematicamente a sufocar, à falta de Lei e outro Tribunal Oficial Punitivo. Depois, é só disparar as objetivas (como se fossem metralhadoras) e deixar que a opinião pública em massa faça o resto. Tal como no passado, não há descanso, ainda que a sociedade se auto-retrate como mais tolerante e aberta à igualdade de direitos e à legítima aproximação emocional e social entre as pessoas, mesmo através do amor...TRETAS!

    No dia em que eu cair no erro e me apaixonar por alguém da realeza (algo fragilmente improvável!) pagarei igualmente pelos meus pecados e nunca mais terei descanso, como no passado! Certamente, em vez de levar com os paparazzi, as socialitês cor de rosa da TV e os bloggers sempre em cima, a analisarem-me a cor das cuecas e a troçarem da fatura sovina de compra do chapéu e do paletó da praxe, bem como mil mulheres (e homens!) a acusarem-me de ter mantido relações com eles todos no mesmo dia e de os ter engravidado ao mesmo tempo, acho que preferirei viver em reclusão com as irmãs descalças ou ser encarcerado na tal de torre mais alta do palácio, a fazer roca! À falta destas duas opções, provavelmente ainda considerarei  a possibilidade das chibatadas no tronco ou um tiro nos cornos como um mal menor. 

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A que casa de banho irá Conchita Wurst?

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    A questão é fundamental. Ainda que não o seja para o geral da sociedade, pelo menos é-o no nosso espírito. Como uma daquelas músicas que ouvimos da parte da manhã, logo que nos levantamos, e que nos persegue na memória até à noitinha. A dada altura, com tal adesivo, tão insistentemente a martelar, já estamos de tal modo saturados de repetir a modinha, que explodimos com um: "já basta desta p****rra, pá!!!".

   Assim, às vezes, a imagem de Conchita Wurst também se nos cola, e perguntamos, afinal, a que raio de casa de banho é que ela (ou ele) irá?

   Isto seria tudo muito fácil de responder há 150 ou 200 anos atrás, porque as casas de banho não exigiam a presença de sinalética própria de identificação e estavam situadas atrás de qualquer moita ou de qualquer árvore de tronco volumoso...e ninguém fazia caso. Seria lá que Conchita também iria fazer o seu xixi e retocar a toillette. Também porque, há 200 anos atrás, se alguma mulher usasse barba, isso seria só por involuntário e indiferente hirsutismo, e não por se ter deixado crescer a barba e o cabelo com apontamentos de aproveitamento artístico e para  convenientes efeitos  de atração mediática...em tons não só de prejuízo como também com um pouquito de humilhação sobre o pirilau próprio.

   Se fosse o querido leitor, o que faria?: rapava a barba do pirilau e deixaria ficar a da face, ou implantava uma vagina e cortava o cabelo comprido? Também poderia rapar a barba da cara e deixar o cabelo comprido, implantando uma vagina e um pirilau simultaneamente. As hipóteses são variadas, quase infindáveis, embora com implicações técnicas e tarifários substancialmente diferentes.

     Afinal, talvez Conchita seja isso: uma "gajo" com barba e cabelo comprido! Ou, em alternativa, um "gaja" de cabelo liso e barba por fazer... não nos resta a mínima dúvida! Tal como não nos resta dúvida de que nunca teve muito jeito para cantar, mas isso serão contas de outro rosário...já para não falar das suas canções, em si mesmas, que soarão um pouco a menos vulgar que as do Saúl e da Maria Leal... juntos!!

    Não nos interpretem mal! Que se lixe a questão dos homens, das mulheres ou dos hermafroditas. Que se danem as lutas sobre a expressão de género, as modas dos travestis, os direitos dos homossexuais, as fobias dos heteros ou as confusões de identidade mental, emocional, amorosa e/ou sexual. O que nos faz espécie é imaginar a que raio de casa de banho é que ela (ou ele) irá!

  Se for à dos homens.jpgserá um festival de riso. Se for à dassenhoras.pngserá um festival de medo e indignação. Alguém que reforme a sinalética, se fizer o favor, e invente uma nova tabuleta...wc.jpg

 

 

 

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A Xylella Fastidiosa e a Queimada em Castela

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    Os jornais fazem estardalhaço, hoje, sobre uma tal de "Xylella Fastidiosa", suposta bactéria que destrói oliveiras, carvalhos e amendoeiras e que já terá chegado a Madrid. É totalmente falso!, digo-vos eu, uma vez que em Madrid não há oliveiras nem carvalhos, muito menos amendoeiras: só há lugar para prédios feiosos, trânsito, confusão de sobra e meninas da vida a prestar os seus serviços ranhoscos e de porcalhota, com a padaria  à mostra e em saldo (rebajas)! Nem as oliveiras e os carvalhos se costumam dar bem com toda essa poluição e sujidade.

     Toda a gente sabe que, de Espanha, é certo que nem bom vento nem bom casamento mas que, de Madrid, em particular, a única bactéria que se espalha e ataca é a da raiva, em geral, transmitida pelas redes sociais, em direção ao Montijo e a Alcochete, nomeadamente pelo uso indiscriminado e avulso do Twitter e do Facebook. Por isso, nada de exageros com essa tal de "Xylella Fastidiosa".

    Dizem os especialistas, ainda assim, que a situação é grave e que, se ninguém colocar mão na viagem do bichinho com nome esquisito, faltará muito pouco para este chegar até cá. Outra mentira! Também, se fosse verdade, seria caso para admirar a tal de bactéria, não para ter medo dela: mesmo pequenina e com umas patitas que nem se veem, conseguiria ser, supostamente, mais rápida a chegar a Portugal que certos serviços da TDT, que a esta última ainda há quem não lhe ponha a vista em cima, no nosso país! Talvez a Xylella se preste a mostrar e a ensinar como é que se corre e se dá sinal de si, em certos cantos e aldeias do nosso povo. Haja  capacidade e fibra para a compreender e lhe seguir o exemplo!

   A informação prestada pelos serviços  sanitários espanhóis diz que vão ser adotadas medidas de erradicação, que são muito exigentes e incluem a destruição da vegetação nas parcelas onde se encontram as oliveiras infetadas. Pelos vistos, a delimitação da área e a criação de uma zona tampão terá de ser realizada  com recurso a tratamentos inseticidas e fitossanitários, bem como fazendo uso da queimada, para impedir que a "Fastidiosa" se pegue aos arbustos e às árvores por ali fora. Façam lá o raio da queimada, mas façam-na fora dos meses que vão de junho a agosto e, de preferência, bem longe da nossa fronteira, que de lumes  e fogueiras, no verão, estamos já nós fartos! Vê-se mesmo que os espanhóis não leem os jornais portugueses, muito menos durante o estio. Tansos parvalhotos!

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Oferta de Emprego - Zona de Lisboa e Arredores

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URGENTE:

Precisa-se de candidatos para jogar à bola!

Escolaridade mínima obrigatória

Seis meses  -mínimo-  de experiência anterior na atividade (fator apenas preferencial)

Possuidor de dois braços e duas pernas (fator obrigatório)

Candidato que não faça birras nem amue

Dá-se preferência a quem não cause embaraços a direções e presidentes

Candidato persistente, resiliente e com capacidade de resposta ao stress

Conhecimentos de redes sociais e text messaging

Candidaturas abertas a residentes no distrito de Lisboa

Remuneração fixa + prémios + telemóvel + viatura da empresa para uso em serviço + sessões de jacuzzi gratuitas

Fardamento por conta da empresa ( às riscas brancas e verdes, geralmente)

Formação inicial a cargo do empregador

Disponibilidade para deslocações ao estrangeiro ( não inclui Madrid!)

Seguro  de saúde e possibilidade de inclusão nos quadros da Academia

Local de trabalho: Alcochete

Responder por Twitter ou Facebook antes de amanhã, (domingo) - ter como referência o fuso horário de Paços de Ferreira 

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A Sociedade (Muito Pouco) Prática da Tecnologia e da Informação

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    Jogadores famosos de futebol e bonecas - fantoche de silicone encenam diálogos frente a frente, sentados no sofá da sala de uma moderníssima moradia, troçando com aqueles que ainda acreditam que as televisões ainda têm (e funcionam por) canais; seguem o seu discurso sobre inteligência artificial e avanços da eletrónica de comunicações, elogiando as (novíssimas) caixas negras e sábias, que controlam os eletrodomésticos lá de casa por telepatia transistorizada e que adivinham artificialmente os nossos desejos básicos, os desejos dos humanos!

      Na nossa modesta opinião, estamos em crer que os paleolíticos viviam com mais qualidade de vida do que nós. E "nós" incluindo o gajo que se autodenomina como CR7! Isso mesmo! E não nos estamos a reportar meramente ao ar puro e aos alimentos obrigatoriamente biológicos da muito pretérita altura! Os paleolíticos e respetivos anexos da História é que a aproveitavam toda!, não obstante esta vendilhice publicitária, repleta de mimos desmedidos e desbragados ao progresso atual da tecnologia. Ter conforto não significa  necessariamente ser mais inteligente e a civilização avançada em que supostamente nos inserimos não implica um quotidiano mais prático. Tretas e mais tretas!

    Práticos eram os da Idade da Pedra e seus vizinhos! Levantavam-se com o primeiro raiar do Sol, vestiam a pele de carneiro pela cabeça abaixo - ou nem vestiam nada, sequer! - e seguiam para o emprego de moca na mão. Não apanhavam trânsito, não ficavam retidos em filas, não buzinavam (embora também dissessem palavrões!), não traziam agarrados aos pescoços, presos por fitas, molhos de treze chaves para abrir outras tantas portas, trinta e oito cartões de plástico para decorar com códigos, para aceder a descontos, para enfiar em ranhuras de máquinas, contas, faturas, autorizações, certidões, derramas, taxas, impostos, papel higiénico, recadinhos, obrigações...

    Não perdiam tempo a pintar os lábios nem se atrasavam a polvilhar as trombas com cremes e bases! Não tomavam comprimidos para a depressão nem tinham o lavatório da casa de banho atulhado com frascos repletos de substâncias líquidas de efeito duvidoso. Apanhavam a fruta das árvores, à mão, e o cantar do galo nunca se atrasava. A Função Pública, o Estado e as PPP's ainda não tinham nascido para emperrar! 

   Não há memória de um Neanderthal se ter alguma vez esquecido de uma password; de um Pitecantropo ter sido processado por difamação ou de um Homo Habilis ter levado uma multa de estacionamento. Jamais alguém viu um destes antepassados a correr, aflito, com uma resma de papéis a abarrotar duma pasta na mão, com os filhos a reboque pela outra, aos gritos e a olhar para o relógio. Ou no metro, agarrados ao smartphone, a teclar freneticamente mensagens. Práticos eram eles, que não se importunavam com a passagem de receitas, porque não havia curas nem doenças conhecidas, sendo os médicos completamente desnecessários. 

   Querido Ronaldo, pergunta lá à tua amiga "Sofia", se estará para breve uma máquina que resolva o problema pouco prático do sistema de saúde. Essa é que era inteligente e digna de uma sociedade prática!

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Chove...Chover...Chuva...Chuvisco...

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  Não há condições - estamos a tentar para aqui escrevinhar o início de uma espécie de posto, mas a trovoada é tanta que faz tremer o teclado do computador!

     O nível das águas tem vindo a subir de tal forma assustadora, que já estamos a sentir certas partes molhadas e a flutuar. Se nós pudéssemos transportar metade desta tempestade lá para aquele sítio muito especial de Portugal onde ainda não choveu nadinha, e onde as barragens estão completamente secas...tão secas que é preciso pedir subsídios, aos soluços, ao microfone!...

    Por aqui, ainda nos vamos afogar, se isto continua assim...! Só nos apetece dizer asneiras e palavrões, mas não podemos, que isso é só para os covardes anónimos que aparecem a cuspir comentários e a fugir! Adoramos essa malta medrosa e m*rdosa! EH!EH! Dizem porcarias espetaculares que nós não podemos dizer, nem quando estamos aflitos, no meio de uma procela de levantar vacas...f*d*-se!

 

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