Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

Black Friday é quando o comércio quiser...e o palerma deixar...que lhe vão ao bolso!

black friday.jpg

   O nome "Black Friday" remonta às origens das tribos primitivas da civilização Indo-europeia, nomeadamente à fase neolítica dos povos das estepes e dos planaltos do Indo-irão. Os primeiros terão executado várias tentativas, ao longo de séculos, de atacar e de se apropriarem dos territórios e espólio dos segundos, pilhando e roubando desenfradamente e levando a cabo investidas que se caracterizavam pela corrida a alta velocidade, pela utilização de objetos contundentes e pelo atropelo brutal, desbastando à frente tudo o que aparecia pelo caminho; resultaram, daí, as célebres guerras púnico-gástricas, assim chamadas também pelo facto de estes mesmos ataques serem perpetrados nos exatos e últimos termos referidos e, na generalidade,  executados também antes da hora de almoço. O nível de violência e  acefalia atingia termos de insanidade, brutalidade e desorientação tais, que muitas das vítimas da selvajaria acabavam por falecer de pisaduras no corpo. O ato terminava com os pilhadores a lançarem pela arriba abaixo os despojos açambarcados sem valor e sem sentido e dos quais perdiam, rapidamente, o interesse.

Papagaiopapagaio

Já só faltam 399 dias para o Natal... de 2019

nao-acredito-em-papai-noel-por-bruno-natal.jpg     Até lá, ainda vamos ter mais 1 governo, 399 edições do jornal da noite, 768 debates  na CMTV sobre o ataque a Alcochete, 3241 promessas de aumento do salário mínimo, 211 mentiras sobre a recuperação do tempo de serviço, 7549 entrevistados a garantirem que não cometeram qualquer ilegalidade, 14 estradas a desmoronarem, 9 bancos privados a pedirem planos de recuperação com verbas vindas dos impostos dos contribuintes " descontados e congelados", 79 "Prós e Contras", 33 entrevistas com a Maria Leal e o marido ludibriado, bem como 6657458 anúncios de Natal com a Popota e pinheirinhos revestidos de smartphones com as luzes ligadas.

Feliz Natal...

Papagaiopapagaio

Theresa May e o Brexit.

Theresa May, Brexit.jpg

   Theresa May deve ser a Primeira-Ministra mais fantoche e lorpa que o Reino Unido alguma vez terá a oportunidade de assistir e ver.  Margaret Tacher é mais dinâmica e decidida no próprio túmulo, que May na aulas de ginástica. E há quem diga que a múmia de TutanKâmon consegue tomar mais decisões e aplicar mais reformas no sarcófago, num único dia, que a sonsinha da May a governar num mandato inteiro! Também há quem já tenha afiançado ter visto Michael Jackson a dançar no mausoléu com mais genica e brilhantismo que May ainda viva, na convenção do partido. Aliás, quando May apareceu  em palco a dançar, a equipa de capangas chegou a admitir que estava a ver um cavalo atacado por lumbago. Depois é que repararam que a Primeira-Ministra tinha sido envenenada com químicos brancos de origem russa! Também há quem duvide que May ainda esteja viva; os da cientologia já avançaram que ela poderá estar em coma profundo. Os "zombies" de "The Walking Dead" foram vistos a correr mais depressa!

    De facto, a moça reage que nem uma "morta-viva", não consegue ter uma ideia própria, a não ser que lhe sussurrem ao ouvido; nem uma porta de saída consegue encontrar, quanto mais governar os destinos de um país inteiro. Aliás, o próprio Martim Moniz, que ficou entalado na porta do Castelo, não se vira em tantos trabalhos para encontrar uma saída. É verdade que morreu espalmado, mas não ficou lá plantado a vida toda, a apodrecer: É que alguém teve misericórdia dele e ripou-o do ferrolho pr'a fora. A primeira ministra britânica, por seu lado,  já cheira a podre, com tanto sai que não sai. Primeiro, que quer sair, depois, que o povo tem de querer sair, nem que seja à força; entretanto, já ninguém sabe se sai ou não sai ou, se for para sair de uma vez, quando raio é que se decide a sair. Resumindo, não há quem a desentale do imbróglio, ó Martim Moniz!

      Dizem as últimas notícias que se decidiu por um acordo, para ficar com as chaves de casa duma vez, algo que ela desmente, categoricamente! - para a criatura, esse acordo de emancipação, esclarece, é apenas mais um "rascunho". Mas quantos rascunhos e gatafunhos é que serão precisos para aquela inconsequente desaparecer da porta para fora? Nestes últimos três anos, muitas "composições" já foram feitas. Quantos eucaliptos mais teremos de deitar abaixo? Se ela precisar de um caderno de linhas ou de quadrículas, isso arranja-se. Há aqui uns alunos do primeiro ciclo, no Centro Escolar, que estão dispostos a emprestar os seus cadernos de rascunho para o número 10 de Downing Street

   Mas, afinal, qual será a razão para tanta indecisão? Existe uma teoria, que será a teoria mais provável e próxima da razão, a chamada "teoria do papagaio": talvez o espantalho da May queira ser  deveras independente da União Europeia, ou seja, - por um lado, não ter que prestar contas a Bruxelas, por outro, não abdicar das contas de Bruxelas, sobretudo quando estas últimas se apresentarem com saldo positivo. Uma espécie de protocolo para poder "não participar na despesa", porque dá jeito, mas igualmente "não abdicar da receita", porque ainda dá mais jeito! O que também dará muito jeito àquele esqueleto abúlico e marionético, é que a União liquide a dívida dos Bifes, a reboque de um perdão secreto, a fundo perdido!

 

Papagaiopapagaio

Ó Tonicha: zumba, filha, que estás perdoada!

antónio costa.jpg    Alguém julgou que o Papagaio Indiscreto era um "blogue de política"! Nossa mãe! Que tremendo erro de "casting"! Um fail de categorização quase tão ingénuo como acreditar que António Costa é um excelente "Primeiro -Ministro".

   Primeiramente, o Papagaio não engana nem faz falsas promessas; depois, o Papagaio não pratica o extermínio de libertação prolongada das classes sociais, à hora do jantar. O Papagaio também não tem por hábito emprestar carcanhol a fundo perdido aos bancos, nem conta histórias da carochinha no horário nobre, para os pais poderem ir deitar e terem bons sonhos. Daí o Papagaio estar muito longe de conhecer os meandros da política, muito menos estudar os dogmas da governação.

   O que é que vão inventar a seguir, após o Papagaio? Que José Rodrigues dos Santos é um escritor, ou que Margarida Rebelo Pinto nunca fez cópias como T.P.C.? Talvez que Tony Carreira seja um artista...;se ainda for de decoração de interiores de pavilhões ou arenas atlânticas, talvez o seja, de facto. Ou que Cocó na Fralda seja uma blogger

   De certo, no meio de tudo isto, sabemos só que a TVI é um canal de televisão com poucochinho interesse...no espectador, que a Joana Amaral Dias é uma machista não assumida, agressiva...no suposto ideário feminino; tal como sabemos que o meu pirilau irá durar eternamente e ficará para a história do deboche inócuo, tal como no coração dos portugueses... quase tanto como o "Prós e Contras" e a Fátima, que não há menopausa que lhe chegue e que a derrube...a não ser que compulsivamente a levem a beijar os avós do professor Daniel.

Papagaiopapagaio

   

E Quando um Desconhecido te Oferecer um Ismo, isso é Embuste!

feminismo.jpeg

    Uma questão séria e pertinente da nossa cultura, passa por saber a razão do por que raio é que as panelas lusitanas da sopa continuam a exibir tanto litro de caldo verde e, ao mesmo tempo, levam tão poucas rodelas de chouriço? Talvez por isso mesmo é que, infelizmente, se lhe é chamado de "Caldo Verde com Pedacinhos de Chouriço" e não "Chouriço com Pedacinhos de Caldo Verde" - designação mais agradável, quanto a nós. Sabendo todos que o apreciador da cozinha portuguesa adora agraciar-se com uma barriguinha quase sempre cheia de conteúdo de qualidade, estranhamos que continue a devorar o prato e não sinta a necessidade, ao mesmo tempo, de mudar o nome e o modus da receita. 

    Talvez o imbróglio da desatenção sobre aquilo que é absolutamente fundamental,- como a rodela de chouriço, a problemática do caldo verde, o panachê fresquinho ou a próxima reunião motard no Algarve,-  aconteça porque se vai perdendo muito tempo com aquilo que é relativamente acessório: como as segundas à noite, que são consumidas a assistir ao negacionismo da osculação nas beiças dos avozinhos, - isto na RTP-, como as terças à tarde, que são largadas repetidamente, em viagem, a ouvir "o único álbum" da M80, como as quartas ao almoço, que são desperdiçadas a engolir (em resumo) a sessão gravada de discussão do OE para 2018, no Canal Parlamento; ou também nas quintas, a assistir à lamentação sobre as maldades que são executadas aos professores, polícias, enfermeiros e outros colaboradores públicos do "Portugal", ou como as sextas ao entardecer, altura em que se reflete sobre a maneira como se vai dar uma porrada na mulher, durante o fim de semana, sobretudo se forem homens a pensar no dito e a chegar a casa.

   Por falar em coças ao domicílio, um outro assunto paralelo e menoríssimo, e que distrai as atenções do fulcral, é a eterna discussão, aos sábados e domingos, na comunicação eletrónica do nosso país, sobre se o Feminismo será mesmo uma espécie de Machismo encapotado sob o manto disfarçante do incorreto vanguardismo ideológico, ou se será, isso sim, uma forma espertalhona, utilizada pelas vozes das elites intelectuais femininas, para tentar convencer e levar na conversa as sofridas mulheres das classes abaixo,- e que ganham efetivamente menos que os homens pelo seu trabalho árduo,- no sentido de apoiarem as ganâncias e as ambições de estrelato e poder das primeiras. Haverá que perguntar se será mesmo preciso ser #feminista para se defender o corpo e a alma das mulheres... 

    Entretanto, (como é diabólica a santa Hipocrisia!) no meio de tanta distração acéfala e barulhenta, no cumprimento formal e politicamente correto do chique polimento da imagem e do papel social da mulher, já o topo fofinho da galante pirâmide feminista - entretanto confortavelmente sentado nos seus gulosos assentos - se foi, embalado nos seus confortos e cargos, esquecendo-se das  suas sagradas causas ideológicas: a defesa das mulheres que trabalham mais e que recebem menos, das que dão tudo e quase nada recebem, das humilhadas, das violentadas, das desrespeitadas, das ignoradas, bem como daquelas que continuam a ser vítimas do terrível açoite doméstico, à hora menor do "pegar" no fogão, para fazer o compulsivo Caldo Verde (com poucas rodelas de chouriço).

Papagaio papagaio