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Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

O olhar é o ponto onde duas superfícies se encontram, de Alexandra Pinto

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   O olhar é o ponto onde duas superfícies se encontram é a própria metáfora em torno da qual a narrativa se desenvolve, e a partir da qual a autora desdobra um conjunto de reflexões sobre a vida interior de Camila e Daniel, dois seres aparentemente em contradição. Camila é uma mulher que ao chegar à idade madura, e depois de uma relação opressiva, cultiva uma existência livre dos padrões de vínculos afetivos. Daniel é um homem bem-sucedido, cuja aparente superficialidade esconde uma culpa. A morte do pai irá confrontá-lo com um segredo guardado durante toda a sua vida.

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Papagaio é um sucesso no Brasil, devido ao Sol privatizado em Espanha

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   Há coisas que acontecem e que não devem, obrigatoriamente, de ter uma explicação. Pelo menos, uma explicação com lógica. Vai-se a falar do Sol em Espanha e a situação causa uma reação viral no... Brasil. É desta forma que funcionam a aldeia global e as redes sociais, isto é, com grande efeito mas pequena dose de nexo ou sentido. Por essa mesma razão é que alguém já comparou os servidores de dados como uma espécie de garçom que troca os pedidos e baralha os pratos pelas mesas erradas. Ou seja, com a lógica de um bêbedo e ao sabor do sentido orquestrado de uma grandessíssima camunheca! É claro que, por este momento, já estará gente a dizer que não são os servidores, serão mais as idiossincrasias complexas e insondáveis inerentes à instabilidade e parvoíce do ser humano. Obviamente que sim!  Estará correto. Apesar de tudo, foi o ser humano que inventou os servidores. Fiquemos por aqui.

   Quanto ao Papagaio Indiscreto, podem continuar a chover visitas do Brasil que, cá pelo blogue, não servem de incómodo, muito pelo contrário!

   Pensando bem, o governo espanhol parece querer privatizar o Sol e entregar os impostos do Astro-Rei à cobiça e ganância das energéticas privadas e Sol é do que há mais no Brasil. Afinal parece existir, aqui, algum sentido no ditame dos servidores. Talvez o algoritmo esteja um passo mais à frente, qual oráculo clássico. Talvez nos queira dar pistas e orientar para o próximo escândalo: nomeadamente que Bolsonaro, num futuro próximo, queira privatizar o Sol do Rio.  A ideia até pode parecer verosímil, não estamos é a ver o brasileirão  a abrir mão do que lhe é mais sagrado! Se colocarem imposto e obrigarem a pagar taxa para ter Sol, brasileiro vai ficar cumá noite, né? Viiiice!...

 

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Os Contos da Avó Mané – O Corpo Humano e A Formiga e a Cigarra

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    A importância de cada um dos órgãos que compõem o Corpo Humano é discutida numa reunião convocada por este, para decidir quem mandava.  Qual é, de facto, o órgão mais importante? Como resolveu o Corpo Humano esta discussão? No segundo conto, conta-se a história de uma formiga trabalhadora e uma cigarra preguiçosa, mas é a criança quem vai ajudar a completá-la, daí a inovação!

   Nascida em 1955, Antónia Manuela Morgado da Silva passou a sua infância na vila de Cuba. Um pouco mais tarde, muda-se com os  Pais  para Beja, onde Manuela Morgado conclui o ensino secundário, no Liceu Nacional. Deixa, então, o Alentejo, para ir frequentar um curso superior em Lisboa. No entanto, Manuela Morgado manteve os laços afetivos à cidade que a viu crescer e onde passou anos felizes.
   Formada em Psicologia Industrial e Administração de Pessoal, trabalhou, entre outras áreas, em Relações Públicas até Fevereiro de 2017, data em que passou à aposentação. Com o seu primeiro poema, produzido aos 9 anos de idade, teve a escrita sempre como companheira inseparável, ao longo de todos estes anos. Aos 60, já com muitos contos infantis de sua autoria, resolve publicar o seu primeiro livro - O Menino Que Falava Com As Estrelas, com o propósito de que fosse o primeiro de muitos outros. E, assim, em Outubro de 2018, dedica novamente ao público infantil o primeiro volume de uma coleção intitulada Os Contos da Avó Mané.

   Com esta obra (Luz da Razão Editora) pretende-se iniciar a criança na descoberta da poesia, trabalhando a sua criatividade, léxico e despertar para o reconhecimento da melodia que habita em cada verso.

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Espanha Privatiza o Sol


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   Segundo "fontes", o Governo Espanhol prepara-se para privatizar o Sol. Com o sucesso que tem havido na compra e instalação de painéis solares no país vizinho, as empresas de energia, em Espanha, têm exercido a sua força de pressão para que passe a ser proibido recolher  energia solar para uso em sistema de autoconsumo. No fundo, queixinhas, porque temem perder uma parte dos lucros se o cidadão comum continuar a aderir às energias renováveis. Dizem eles: " Usar o Sol, sim! Mas só se for nas nossas condições!".

   O próximo passo, será o nosso Governo e as energéticas portuguesas descobrirem esta notícia e acharem-se no direito de aplicar as mesmas regras. Em breve, também o Sol vai deixar de nascer para todos, incluindo em Portugal, será só uma questão de tempo.

   Privatizar o direito aos recursos naturais!  Só faltava mais esta! É por essas e por outras que muitos de nós dizemos o mundo é uma autêntica de uma M*rda!

 

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Até que as ondas percam o sal

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   Quando o peso de uma decepção é insuportável, retomar o protagonismo da própria vida trata-se de uma questão de sobrevivência. Em busca disso, um homem de trinta e poucos anos se muda para uma comunidade caiçara em Ilhabela, Brasil. Entre praias paradisíacas e porções intocadas da Mata Atlântica, transforma sua concepção do mundo à medida que explora o local e investiga antigos mitos. Ninguém sabe seu nome, passado, nem seu maior segredo. Até aparecer Morgana, uma jovem professora que desbrava as regiões mais obscuras de suas inquietações.
   No limite entre a cordialidade e a misantropia, ambos personagens revivem os dramas de uma adolescência conturbada, que se passa na virada do milênio, e enfrentam as mazelas de uma sociedade marcada por paradigmas de exclusão e intolerância.
Até que as Ondas Percam o Sal, de Danilo de Albuquerque, é um romance envolvente e repleto de surpresas. Trata sobretudo da dignidade humana, dos processos de amadurecimento pessoal e dos absurdos da vida contemporânea.

    Danilo de Albuquerque é advogado e escritor. Pós-graduado pela Universidade de Coimbra, nasceu em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em 1983. Até que as Ondas Percam o Sal foi lançado em maio de 2018, em Portugal, pela Editora Luz da Razão. Danilo de Albuquerque é uma das novas revelações das letras brasileiras que promete conquistar os leitores portugueses.

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A Dança das Laranjeiras - edição Luz da Razão.

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   Inês é uma estudante de contabilidade. A azáfama dos exames finais é interrompida por um incêndio na casa que a viu crescer. Entre os escombros descobre uma caixa misteriosa, e o seu interior revela uma série de textos que o seu pai havia escrito. Essas memórias conduzem Inês numa verdadeira viagem de emoções. Maria Drummond, aclamada pianista, de reconhecido talento mundial, é mãe de Inês. Mas um transtorno psiquiátrico assombra a carreira da “Deusa das Teclas” e, principalmente, a sua vida familiar. Ambas travam uma luta interna na tentativa de ultrapassarem este obstáculo, lado a lado com os escritos da caixa misteriosa.

  A Dança das Laranjeiras ilustra o drama de uma doença mental, através de um retrato cru e sincero. Os consecutivos surtos de loucura podem arruinar carreiras sólidas e até desfazer laços familiares. Conseguirá o amor tudo suportar?

  André Alves Pereira, - o autor -  é natural de Guimarães, nortenho que assume o seu gosto pelas suas tradições e singularidades. Estudou na Escola Superior de Turismo e Hotelaria (IPG), trabalhando atualmente no setor da hotelaria.

  A escrita é uma das suas paixões. Em 2016, estreia-se com a obra Simplesmente, Esperança. Volvidos três anos, surge o novo romance A Dança das Laranjeiras, consolidando o seu lugar na corrente de jovens escritores portugueses.

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Jornaleco com oito letras que publica piadas irresponsáveis depois de despejar os filhos na escola.

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     O Expresso errou!!!, ao ironizar sobre as greves dos docentes. Os professores, para além das greves, também educam e tomam conta dos filhos dos jornalistas do Expresso, depois destes últimos os despejarem na escola, durante o dia, para se dedicarem a fazer piadas de m*rda!.

   Por nós, ficamos solidários com a classe docente, e incitávamos a que todos os professores que aturam  a descendência de funcionários do jornal Expresso, a criarem atividades de palavras cruzadas com a seguinte definição - Horizontais: Profissão  caída em descrédito, com dez letras, mais antiga que a prostituição; Resposta: J-o-r-n-a-l-i-s-t-a.

C-H-U-P-A!!!

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Era uma vez a Literatura Portuguesa

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   Há pessoas que gostam de livros que só pegam num autor português se o pseudónimo for, por exemplo, inglês. Italiano também tem muito charme e estilo! Portanto,  vão ao engano. Se, a meio, descobrirem o equívoco, não chegam a acabar a leitura, que aquilo começa a ficar demorado e sem graça. Entretanto, chega a hora de fazer o jantar ou o 38 já lá vem...

   Outras, gostam de literatura e não de livros. Eu sou um desses: uma espécie de racista diegético assumido, que só lê o que lhe apetece e que chega ao fim da história sem saber qual é a nacionalidade nem o nome do autor. Normalmente, arranco as capas dos livros e volto a colá-las, tirando-as da gaveta, quando tudo acabou.Normalmente, leio textos e os textos têm histórias. O autor resvala na minha coraça...

   Outra coisa que faço é não dar conselhos de leitura a ninguém, porque parto do princípio que um leitor razoavelmente educado e autónomo não necessita de qualquer conselho, por mais que julgue que sim. As livrarias e bibliotecas estão de tal forma atulhadas que o mais fácil é  pegar num livro. Pedir conselhos é desnecessário e revela cagufa, entre outras coisas, que aqui não revelo, por pejo.

   Para ficar desiludido com uma leitura, basta escolher à sorte. Não é preciso ficar com medo de não se gostar, que um conselho não elimina a hipótese de desilusão. Infelizmente, o que mais há por aí é papel incapaz de surpreender uma minhoca. De qualque forma, que se faça o aviso de que a possibilidade de ler o primeiro parágrafo da primeira página e tornar a colocar o livro na estante ainda existe. Nenhuma livraria cobra ao parágrafo nem à página... pelo menos, para já! É melhor não dar ideias...

   Então, pedir ou dar conselhos de leitura, por exemplo, num blogue, é como estar em Times Square e perguntar para que lado fica Nova Iorque. Ou é gozar de troça ou é o cúmulo da desorientação.

   Para quando a criação de uma dessas apps que fazem seleção automática, através dos desejos e preferências dos utilizadores? Mas aplicada aos livros! Como uma daquelas que permitem escolher restaurantes ou clubes de swing! Estilo: restaurantes na zona sul de lisboa; restaurantes com preços reduzidos; restaurantes que servem peixe grelhado; restaurantes que servem vinhos brancos com os funcionários completamente nus. E a redução acontece!

   Livrarias que servem Margarida Rebelo Pinto; livrarias com romances cor de rosa; livrarias só com autores estrangeiros; livrarias de vanity publishing; livrarias com Tony Carreira que abordam a temática do plágio; livrarias do Grupo Porto Editora e Leya, que promovem o esconde-esconde e esmagam carochas; livrarias de receitas de culinária de famosos; livrarias de receitas de culinária de mais-ou-menos-famosos; livrarias de receitas de autores que não sabem estrelar um ovo; livrarias de auto-ajuda, combate à depressão, defesa contra o suicídio e gurus que desvendam como fazer fortunas ou perder 80 quilos em dois dias, sem deixar de comer porco-preto. E a redução acontece!

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