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Giló - O Papagaio Indiscreto

#Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog #

Hábitos de Leitura

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   Algumas dúvidas sobre alguns dos dados apresentados, iniciando pelo número avançado para as crianças que dizem que têm hábitos de leitura permanentes. Um dado curioso, o número correspondente aos pais que diz ofertar os filhos com livros, em comparação com as situações de oferta de telemóveis. Embora os livros possam ser considerados, por alguns, como caros, a verdade é que um Smartphone é muito mais dispendioso e a percentagem assinalada para " telemóveis" parece baixa, ainda que a circunstância " jantares" possa explicar parcialmente a situação.

Pap...

Urgente: precisa-se W.C. para pombos.

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Curso de Pintura e Demolição Pública

 

O presente curso procura (objetivos):
1. Assegurar formação deontológica e epistemológica, teórico-metodológica e empírica em História da Irracionalidade;
2. Tornar patentes as virtualidades da colaboração interdisciplinar destrutiva;
3. Salientar as potencialidades decorrentes do cruzamento entre saberes escolares e extra-académicos ( nomeadamente saberes de rua);
4. Promover o acesso a formação pós-graduada e uma integração proativa e crítica no mercado de trabalho.

Condições de Acesso e Ingresso

Uma das seguintes provas: Filosofia (2 valores min.) ou História (0 valores, se possível) ou Português (18-nomeadamente na área do vernáculo). Classificações Mínimas: nota de candidatura: 5 pontos. Provas de Ingresso: 0,5 pontos. Fórmula de Cálculo: Média do 1.º ciclo: 50%; Provas de ingresso: 50%.

Saídas Profissionais

Historiador,Técnico Superior da Administração Pública (central, regional e local), Técnico Superior de Organizações (IPSS, empresas, associações socioprofissionais, seguranças de bares noturnos), Arrastador de estátuas nos passeios, Pintor obsceno (à trincha e ao spray).Este curso forma para o exercício de atividades profissionais para as quais é requerida uma suave capacidade de raciocínio e argumentação, análise de ideias diretas, conceitos e problemas mais ou menos complexos.

Objetivos da Aprendizagem e Competências a Desenvolver

1. Compreender criticamente o presente, sustentando-se em informação sólida e abrangente sobre o passado;
2. Compreender e respeitar diversidades culturais, quer nas suas manifestações históricas, quer na realidade atual;
3. Compreender  ligeira e deturpadamente a herança patrimonial, material e imaterial, e os seus aspetos culturais, sociais e técnicos;
4. Adquirir capacidade de situar no tempo e avaliar a relevância histórica de acontecimentos, personalidades e comunidades, incluindo conhecimentos genéricos sobre os movimentos da civilização;
5. Pesquisar, analisar, utilizar e comunicar criticamente informação produzida no passado e participar ativamente na resolução de problemas e no aprofundamento de questões de dimensão histórica, num leque muito variado de contextos temporais e espaciais;

Currículo -Plano de Estudos

(1.º e 2.º Semestres)

Introdução à História da Estátua e do Monumento......2 créditos

Mistura de Cores I......1 crédito

Princípios do Rolo e da Trincha.....3 créditos

Técnicas de Arrasto..... 5 créditos

Fundamentos da Manifestação e do Insulto.....5 crécitos

Dissertação: Importância do Martelo e da Picareta nas Manifestações Populares

Acesso a um Nível de Estudos Superior

A qualificação dá acesso a formação do nível superior, nomeadamente a estudos de segundo ciclo ( ATL/Jardim de Infância - frequência de cursos de temática ultra-nacionalista).

 

 

As sete maravilhas do nosso bocejo...

 

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   Ao todo, e desde que começou a "febre" televisiva, já devem ser para aí umas 102.873.425 " 7 maravilhas". O que é que vão inventar a seguir? Se calhar, as 7 Maravilhas da Burocracia Lusitana - candidatos: Segurança Social de Sacavém; IEFP de Portalegre; Repartição de Finanças do Machico; Loja do Cidadão do Cerco; SEF de Elvas; Lay Off do Rato...

Reedição: Entornar o caldo.

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    Uma questão séria e pertinente da nossa cultura, passa por saber a razão do: por que raio é que as panelas portuguesas da sopa continuam a exibir tanto litro de caldo verde e, ao mesmo tempo, levam tão poucas rodelas de chouriço? Talvez por isto mesmo é que, infelizmente, se lhe é chamado de "Caldo Verde com Pedacinhos de Chouriço" e não "Chouriço com Pedacinhos de Caldo Verde" - designação que seria mais agradável, quanto a nós. Sabendo todos que o verdadeiro apreciador da cozinha portuguesa adora mimar-se com uma barriguinha bem cheia e com produtos tradicionais de qualidade, estranhamos que continue a devorar o prato e não sinta a necessidade, ao mesmo tempo, de lhe mudar o nome e exigir mais enchidos. 

   Assim, aquilo que é absolutamente fundamental, no nosso entender, - como a rodela de chouriço, a problemática do caldo verde, o fino fresquinho ou a próxima reunião motard no Algarve,- perde a nossa atenção porque se vai investindo muito tempo com pintelhices acessórias, por exemplo: as segundas à noite são consumidas a assistir à discussão do negacionismo da osculação nas beiças dos avozinhos, - isto na RTP; as terças à tarde são utilizadas repetidamente em viagem, a ouvir "o único álbum" que a M80 tem no espólio; as quartas, ao almoço, são desperdiçadas a engolir (em resumo) a sessão gravada de discussão estéril do OE para 2020, no Canal Parlamento; às quintas é a lamentação sobre as maldades que são executadas aos professores, polícias, enfermeiros e outros colaboradores públicos (atenção que os enfermeiros, atualmente, estão muito positivamente na berra e isto irá durar, pelo menos, até acabar a GRIPE do 19, altura em que tornarão a levar no focinho, à entrada das urgêncas!); as sextas ao entardecer, momento em que se reflete sobre a maneira como se vai dar uma porrada na mulher, durante o fim de semana.

   Por falar em coças ao domicílio, um outro assunto paralelo e menoríssimo, e que distrai as atenções do fulcral, é a eterna discussão, aos sábados e domingos, na comunicação eletrónica do nosso país, sobre se o Feminismo será mesmo uma espécie de Machismo encapotado sob o véu do vanguardismo ideológico, ou se será uma forma maniqueísta das elites intelectuais femininas convencerem as outras - as verdadeiramente sofridas das classes abaixo, - no sentido de apoiarem as ganâncias e as ambições de poder das primeiras. Haverá que perguntar se será mesmo preciso ser uma #feminista destas de hoje para se defender o corpo e a alma das mulheres... Como é diabólica a santa da politicamente correta hipocrisia! No meio de tanta distração barulhenta, ao fim do dia, já lá se vai o fofinho, galante  e preocupadíssimo discurso feminista - entretanto confortavelmente sentado nos seus assentos deixa-se adormecer, embalado nos seus devaneios e almofadas, esquecendo-se das  suas "sagradas" causas ideológicas -?????: a defesa das mulheres que trabalham mais e que recebem menos, das agrilhoadas, das violentadas, das desrespeitadas, das ignoradas, bem como daquelas que continuam a ser vítimas do terrível açoite doméstico, com filhos pequenos ao colo, à hora menor do "pegar" no fogão, para fazer o compulsivo Caldo Verde (com poucas rodelas de chouriço).

Papagaio papagaio

Reedição: Fazer Sexo ao Morto...

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   Em Portugal, fazer sexo ao vivo (ao ar livre!) é crime. No Brasil, fazer sexo ao vivo é festa! 

   Repare-se que, no  Brasil, o que é crime mesmo é fazer sexo ao morto, porque há que criminalizar qualquer coisa, senão dá-se demasiado ar de "mole". "Pinocar", isso sim... e muito! Mas não de qualquer jeito! Por exemplo, no Brasil, se alguém se atirar para cima duma alma penada, e não reparar que o ente já é espírito, fazendo-lhe um filho, vai de cana! E paga multa! Não é assim mesmo, ó Danilo?

   Desta forma, adverte-se a quem vá de viagem para esses lados... muito cuidado com os "tropeções"! Façam sexo seguro! Para além do preservativo e do gel com sabores, vejam bem aonde é que colocam os pés... e o pirilau! Não vão distrair-se e ficar em cima de alguém que já não esteja neste mundo! 

Reza o artigo 212 do Código Penal Brasileiro que (não é assim, Danilo?):

"O presente delito está sujeito à ação penal pública de natureza incondicionada, ou seja, independe da vontade de qualquer pessoa, como por exemplo, um ente da família do morto, para que haja a investigação preliminar e a consequente propositura da ação penal."

"Pena – detenção, de um a três anos, e multa."

Papagaio

 

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   Em Portugal, muita gente não sabe o que é um alho ou cebolinho, nem tem a mínima ideia de como é que se planta um nabo. Muito menos como é que uma batata cresce na terra. Pior: há, até, quem não vislumbre que A-G-R-I-C-U-L-T-U-R-A se escreve sem "H", nem faça a mais pálida ideia do que é que significa a própria palavra "terra". Quando se houve a palavra " agricultura", no nosso país, seguida de "trabalho", a classe média desata a fugir e os licenciados fingem todos que pertencem à burguesia ou que estão com artrite nas articulações dos dedos das mãos.

   De facto, se for no LINKEDIN, então, a maior parte dos utilizadores tugas não consegue minimamente distinguir fotos do nosso planeta "T-E-R-R-A" de imagens tiradas, por exemplo, a Mercúrio ou Vénus. Para falar exatamente verdade, estamos em crer que pelo menos uns 73% dos utilizadores do LINKEDIN devem ser provenientes de Marte ou passam metade das suas vidas com as respetivas cabeças lá enfiadas. Os restantes 17% babam-se pelo queixo e andam com a língua de fora, a lamber botas e sapatos e sabem interpretar frases desde que tenham uma única oração e um único verbo e só se forem pronunciadas ou escritas em inglês chique.

   A acrescentar, agora em abono dos ditos utilizadores, faça-se justiça e admita-se que os portugueses que estão registados na plataforma LINKEDIN sabem todos falar e escrever excelentemente bem inglês, embora não consigam escrever o seu próprio nome (em português!) sem dar erros graves de ortografia. Isto tudo resulta numa aguarela estranha e enigmática, com contornos cómicos, daqueles que fazem mesmo rir! No nosso país há esta tendência macaquística de se fazer vender sobre si mesmo, apenas em inglês, porque, supostamente, apenas o inglês é que funciona como deve de ser. A explicação - para além da costumeira treta de que a língua inglesa é universal e favorece o marketing (em português, venda da banha da cobra) - é que a língua inglesa fica muito gira de usar e dá um certo ar intelectual, (ainda que fatela) beneficiando junto de algum contratador indiano ou sul-africano. Curiosamente, nos Estados Unidos, bem como no Reino Unido, ninguém procura empregos armado e munido com referentes profissionais, designações académicas e crachás pessoais ao peito descritos em português. Para mais, as vagas nestes países já estão quase todas ocupadas por gente que também sabe "bué" inglês e que quer efetivamente... trabalhar!, em vez de ter um emprego onde se ganhe bem sem fazer nada que preste realmente para a sociedade.

EMPREGADOR - O que é que o (a) senhor(a) sabe fazer?

LINKEDIN - Ah! Eu já fui Key Account Manager numa sex shop em Carcavelos... e fiz uma Summer School, Master ´s Degree  de 35 horas em cañas artesanais, em Benidorm...

E. - Sim, mas o que é que o (a) senhor(a) sabe, efetivamente, fazer?

L.- (Pausa demorada...)

    OK! Já se sabe que "trabalhar" num cargo com um nome em português é assim meio pró foleiro... e dá a sensação de ordenado mínimo, que é aquilo que as empresas estrangeiras que anunciam vagas no LINKEDIN pagam aos trabalhadores portugueses que se publicitam em inglês:

 Administrative Assistant, Office Assistant, Financial Assistant, Treasury Specialist e Logistics Assistant

Esta é muito difícil de explicar em português, mas aparece muito no LINKEDIN, tudo junto, nomeadamente associada a indivíduos do sexo feminino. A única designação que nos ocorre é "empregada de escritório", mas não sabemos se será uma interpretação ou tradução excessiva, sobretudo para as habilitações exigidas.

Academic advisor

Ainda pior! Curto e grosso. A tradução é que deve ser tão complicada que não deve vir nada que seja curto, embora possa ser grosso. Talvez "Conselheiro de Estado" ou " Assessor do Reitor". Eventualmente, "Aluno do 5.º ano com cadeiras por acabar". " Biscateiro" ou " Espeta no c*", talvez seja mais simples.

CEO/Designer

Esta é fácil!: "Chefe dos cartoonistas".

Human Resources Chief Manager 

Fácil II: " Enviador de emails a despedir", " Desempregador à distância" ou " Desmancha-prazeres". Pode ser " Encarregado do pessoal".

Founder/Owner/Designer 

"Homem dos sete instrumentos" ou "Faz tudo". 

Co-chair

Não tem tradução, mas sabemos que, em Portugal, quando chega à fábrica, se senta no chão ou ao colo de alguém, porque há falta de cadeiras.

Chief Minister at Government of NCT

F*d*-se... ! Um tipo destes deve ser muito importante e útil ao progresso! Onde é que isto fica?

General Manager of Remarketing

Ou seja, provavelmente um " Vendedor de artigos difíceis e com pouca procura".

Supply Chain Professional

" Fornecedor de correntes", para motoserras, motorizadas, bicicletas...

Engenheiro de Cloud

" Cabeça-nas-Nuvens" - um "faz nada de jeito". "Trabalha o trabalho"...

Fondatrice et consultante en stratégie de croissance chez Mondays

Produto raro e indefinidamente híbrido (estilo: patroa da escola de línguas onde se aprende francês e inglês ao mesmo tempo e onde as aulas rendem muito, sobretudo e estrategicamente às segundas-feiras).

Reedição: Os taxistas, a Uber, a Cabify e as virgens violadas...

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   Não seria caso para agir de forma tão dramática, tal como fez a CIG, (Comissão para a Igualdade de Género). As meninas não foram "apalpadas"! Até porque toda a gente está habituada a saber que o único sítio onde os taxistas colocam a mão é no bolso do cliente; por sua vez, o nosso governo põe a mão no bolso dos taxistas. Mas é só mesmo isso, nada mais! Fica tudo por aqui.

   A situação que gerou polémica terá sido "uma boca" mal atirada por algum taxista despudorado e mal educado, levado, à mistura, por um laivo de má disposição - cabeças a reagirem a quente... a ferver. Vai daí, e as "meninas virgens" é que tiveram de vir ser socorridas.

   Normalmente, o que acontece é que os taxistas,  - e atente-se bem! - eles próprios é que costumam ser violados, dentro dos próprios taxis, sobretudo à noite, em locais ermos. E não há ninguém que os salve. Ficam sem o dinheiro, sem a roupa e sem a vida, por vezes!        Ultimamente têm sido, até, algo sodomizados pelas plataformas eletrónicas, que não querem pagar impostos e lhes fazem concorrência supostamente desleal. Não vamos é agora, só porque existe alguma experiência da classe para viver "situações extremas", achar que, por uma atitude mais atrevida ou boquinha foleira, existe indício de perigo para a integridade das pessoas (sobretudo das virgens e sem experiência sexual. Que as há também com alguma experiência!).

   Por tudo isto, eu sugeria que alguém sossegasse a CIG: nenhum taxista irá violar quem quer que seja, seja mais novo ou mais velho, mais virgem ou menos virgem.

   Já quanto à Lei, dessa, ninguém quer saber: Aí, houve clareza - que "Ela" era para "ser violada" - a pobre que nunca fez mal a uma mosca! Facto cruel disto tudo, mesmo, é que o Ministério Público já está a investigar se houve desonra para as donzelas ofendidas; só ainda não se pronunciou sobre a ofensa à vida sexual da "Lei", essa grandessíssima meretriz!

Não há, nem nunca "houveram".... catraf*da-se!

 

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 Todos erramos, como acontece comigo próprio. Mas "há" situações absolutamente indesculpáveis, que minam a credibilidade de quem erra e de quem lhe dá voz e destaque. Publicar "à papo-seco", aí está! Certos fulanos e fulanas que se rotulam de "blogueiros" e que debitam ao litro na praça pública, deviam ter a obrigação mínima de se lembrarem (ou de alguém que lhes lembrasse, já agora!) que "haver" é defetivo impessoal e só se conjuga na terceira pessoa do singular, nas frases em que o seu significado equivale a "existir".

  Havia (existiam) muitos alunos na sala. Se o verbo "haver" deixa de ser impessoal, conjuga-se também no plural. Nestes casos, vem associado a outro verbo, sendo seu auxiliar. Vamos ver alguns exemplos: Ele havia sido eleito e ...eles haviam sido eleitos. Nestes casos, o verbo "haver"  até pode ser substituído pelo verbo "ter" - tinha sido, tinham sido.

   Em síntese: o verbo "haver" é sempre impessoal e só se conjuga no singular quando se usa isolado e significa o mesmo que "existir", independentemente de o relacionarmos com uma pessoa/coisa ou com várias. Passamos a usar o verbo "haver" conjugado noutras formas, quando ele pode ser substituído por "ter", como verbo auxiliar de outros verbos.

   É escusado agradecerem-me a simplória lição. O motivo da mesma advém do facto de os alunos do 1.º ciclo já saberem e aprenderem, muitos deles, estas noções básicas. Como é possível alguém ficar indiferente, quando por esta blogosfera parece " haver" gente que ainda não o sabe?

Não há, nem nunca houveram, movimentos cívicos, populares, ordeiros. (autoria = Destaques do Sapo Blogs)