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Giló - O Papagaio Indiscreto

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A Questão dos Transportes na Temática do Terrorismo.

 

terrorismo, transportes, daesh.jpg

 

   A nova conjuntura mundial promovida pelo Terrorismo veio introduzir transformações na realidade quotidiana dos povos e nações, reformas essas que têm abalado o ânimo instituido de vida e que vão presidindo à agitação do estado de coisas, no que às convenções globais e ao modus vivendi substancialmente diz respeito.

   Por outras palavras, e para dar um exemplo muito prático do parágrafo impercetível que acabámos de escrever e que nem nós mesmo entendemos: estávamos todos habituados, em sociedade, a conduzir pela direita ou pela esquerda (mão inglesa) e agora também teremos de contar com o trânsito a circular vindo pelo meio, modelo ao qual a Aldeia Global tem tido algumas dificuldades em se adaptar. Com o tempo vai... até porque já passou tempo e tempo sobejamente suficiente, -pelo menos temos de contar desde os idos de 2001- e será altura de começar, efetivamente, a eliminar e a desmontar de vez certos paradigmas teimosamente enraizados na cultura moderna ocidental.

   Sinal de que a "mão" islamita vai sendo gradualmente assimilada e compreendida por certos nichos da sociedade, consubstancia-se no exemplo dado pelos supremacistas brancos e radicais encapuçados norte-americanos, que já optaram, igualmente, pelo atropelamento no meio da faixa de rodagem de Charlottesville, para desencadear os desacatos com os grupos anti-fascistas. Trump, como mediático líder que é, não tardou a  congratular-se pelo sucedido, aplaudindo a iniciativa rodoviária e incentivando os episódios posteriores.

  Aliás, entre o Estado Islâmico, a Al-Qqaeda e os governantes políticos, aqueles em quem ainda vamos confiando menos são os últimos, porque são dos poucos que não operam qualquer reforma nem cumprem absolutamente nada daquilo que prometem. A nossa preferência, em termos comparativos, vai direitinha, por isso, para os terroristas, pela promessa, refletida na palavra dada e pelo efeito disruptivo gerado.

   Depois, se existe coisa da qual não nos podemos queixar enquanto sociedade, é de não nos ter sido dada, avisada e ministrada atempadamente a lição necessária e devida para estes factos. Ninguém poderá argumentar de as coisas serem feitas à bruta e de surpresa, como se de uma traição escondida ou brincadeira desonesta e de mau gosto se tratasse. Desde esse inicial e afastado episódio das torres do World Trade Center, que o mote tinha sido dado - era pelos transportes que a revolução iria começar - ironicamente por cima, agitando com turbulência os códigos de navegação e circulação aérea, para aterrar, no presente, nas nossas cabeças com as alterações ao mencionado código da estrada!

   E não deixa de ser irónico, igualmente, que esta condição abençoada de coisas se tenha feito nascer exatamente a partir de um problema político, na altura chamado George Bush. Decorria, então, o ano do Senhor de 1990 ou coisa que o valha; o mundo encontrava-se sossegado a dormir na paz também do Senhor e o homem decidia teimosamente sair de casa para iniciar uma caça aos gambuzinos e às bruxas lá para os lados do Iraque. Havia muita caça para aqueles lados, segundo o presidente, e não há nada como sair a meio da madrugada com uma caçadeira nas mãos! Existe muito esta tendência de sair de casa, nos Estados Unidos, com armas na mão, a altas horas da noite! E estavam a fazer uma comichão danada no nariz, o Iraque e o seu líder!

   Depois, mais tarde, chegou finalmente o filho, para continuar a cozer o pão que o diabo do pai já andara a amassar na gamela há muito tempo, - continuar a mexer serenamente no ninho de vespas, foi o que foi!  E está feito o resumo da história - até porque não serão precisas muitas palavras sobre o passado, que já lá vai, e que imensamente bem é conhecido de todos nós! Importa, agora, olhar para o futuro e refletir sobre os cenários que o Amanhã nos reserva, com tanta vespa no ar.

  Quanto a nós, e colocando novamente o ênfase na tal temática e na circunstância dos transportes, enquanto veículo de mudança, na predileta agenda terrorista, uma não nos sai da cabeça: a de que, depois dos aviões, dos comboios e da circulação automóvel o seguinte passo a prever serão as bicicletas, daí que a Volta a Portugal tenha que se preparar para acolher uma das próximas iniciativas atentadistas do islamismo radical.

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