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Giló - O Papagaio Indiscreto

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A Xylella Fastidiosa e a Queimada em Castela

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    Os jornais fazem estardalhaço, hoje, sobre uma tal de "Xylella Fastidiosa", suposta bactéria que destrói oliveiras, carvalhos e amendoeiras e que já terá chegado a Madrid. É totalmente falso!, digo-vos eu, uma vez que em Madrid não há oliveiras nem carvalhos, muito menos amendoeiras: só há lugar para prédios feiosos, trânsito, confusão de sobra e meninas da vida a prestar os seus serviços ranhoscos e de porcalhota, com a padaria  à mostra e em saldo (rebajas)! Nem as oliveiras e os carvalhos se costumam dar bem com toda essa poluição e sujidade.

     Toda a gente sabe que, de Espanha, é certo que nem bom vento nem bom casamento mas que, de Madrid, em particular, a única bactéria que se espalha e ataca é a da raiva, em geral, transmitida pelas redes sociais, em direção ao Montijo e a Alcochete, nomeadamente pelo uso indiscriminado e avulso do Twitter e do Facebook. Por isso, nada de exageros com essa tal de "Xylella Fastidiosa".

    Dizem os especialistas, ainda assim, que a situação é grave e que, se ninguém colocar mão na viagem do bichinho com nome esquisito, faltará muito pouco para este chegar até cá. Outra mentira! Também, se fosse verdade, seria caso para admirar a tal de bactéria, não para ter medo dela: mesmo pequenina e com umas patitas que nem se veem, conseguiria ser, supostamente, mais rápida a chegar a Portugal que certos serviços da TDT, que a esta última ainda há quem não lhe ponha a vista em cima, no nosso país! Talvez a Xylella se preste a mostrar e a ensinar como é que se corre e se dá sinal de si, em certos cantos e aldeias do nosso povo. Haja  capacidade e fibra para a compreender e lhe seguir o exemplo!

   A informação prestada pelos serviços  sanitários espanhóis diz que vão ser adotadas medidas de erradicação, que são muito exigentes e incluem a destruição da vegetação nas parcelas onde se encontram as oliveiras infetadas. Pelos vistos, a delimitação da área e a criação de uma zona tampão terá de ser realizada  com recurso a tratamentos inseticidas e fitossanitários, bem como fazendo uso da queimada, para impedir que a "Fastidiosa" se pegue aos arbustos e às árvores por ali fora. Façam lá o raio da queimada, mas façam-na fora dos meses que vão de junho a agosto e, de preferência, bem longe da nossa fronteira, que de lumes  e fogueiras, no verão, estamos já nós fartos! Vê-se mesmo que os espanhóis não leem os jornais portugueses, muito menos durante o estio. Tansos parvalhotos!

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