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Giló - O Papagaio Indiscreto

Aqui no Papagaio e no Sapo Blogs outra vez? Pá! Vão à praia, façam amor com a(o) namorada(o)... evitem é perder o vosso precioso tempo neste botequim! Podiam, pelo menos, ter o bom gosto de escolher outro blog Papagaio

DESAFIO: E-S-C-R-E-V-I-N-H-A-R...

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  1. Escrever – Eu escrevo, tu escreves...eles escrevem.  Todos os dias!  Não basta pensar em escrever; não basta falar em escrever; não basta pensar no que se vai escrever. É preciso escrever.
  2. Focar – Enquanto se escreve não se pode fazer mais nada. Não se pode verificar os emails, ir ao Facebook, fazer as palavras cruzadas. 
  3. Ler – Quem escreve, lê muito. Alguns vivem apenas para ler e escrever. Mesmo que não seja esse o caso, dificilmente se pode progredir na escrita se não se ler bastante. E não se deve ler só aquilo que escreve. Quem é guionista, não pode ler só guiões. 
  4. Aprender – Podemos aprender muito só pela leitura de grandes obras. Mas também é bom ler também sobre o ofício da escrita e da criatividade – memórias, autobiografias, ensaios, livros de técnica ou de inspiração. Livros como The Creative HabitOn Writing, ou Adventures in the Screen Trade são janelas abertas sobre os processos mentais dos autores e criadores. Há também revistas que se dedicam apenas a esse tema. 
  5. Reescrever – Francis Ford Copolla diz que "A reescrita é o nome do meio da escrita". Hemingway também deixou bem claro que "A primeira versão de qualquer coisa é uma autêntica porcaria". Se eles acham isso, como é que nós podemos pensar que as nossas primeiras versões são suficientemente boas?
  6. Ser "profissional" – como Somer­set Maugham dizia "Eu escrevo só quando a ins­pi­ra­ção bate à porta. Feliz­mente, ela bate à porta todas as manhãs às nove em ponto.” Os amadores debatem-se com as crises e a falta de inspiração; os profissinais sentam-se e escrevem.
  7. Refletir – quem leva a sério a escrita criativa não se limita a escrever – reflete sobre o que escreve, a forma como escreve, as razões pelas quais escreve. Analisa os seus pontos fracos e fortes. Toma decisões conscientes sobre aonde quer levar a sua escrita, e de que formas o vai fazer.

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